segunda-feira, agosto 27, 2007

Reykjavík - 4

E pronto! Hoje armei-me mesmo em turista: fui num "tour" à volta de Reykjavik, aos sítios considerados mais apelativos para turista, em autocarro com guia e tudo...








Nao me arrenpendi de todo.
Pois poderia lá ter estado em Reykjavik sem ter passado pelas quedas de água de Gullfoss?






Poderia lá ter escapado a Ðingevelir, onde o Parlamento islandês se reuniu pela primeira vez em 930, e onde as placas tectónicas da euro-ásia e da américa do norte se encontram?


(aparentemente terei estado com um pé na euro-ásia outro na norte-américa)


Poderia falhar o verdadeiro "Geyser"?

(e até acertei na altura certa para disparar a máquina fotográfica!)

















Ou a cratera vulcânica de Keriö?


E as paisagens quase lunares de todo o percurso, e que caracterizam a origem vulcânica da ilha?




Agora a noite a cair, devagarinho sobre o fiorde








Amanha de manha parto para Akureyri, a segunda cidade do país e uma das cidades da costa norte - a ver vamos como vai estar de temperatura; o dia hoje esteve explendido!

domingo, agosto 26, 2007

Reykjavík - 3

Hoje foi dia "cultural" - enfim, maneira de dizer...

À saída do hotel às 8.45 estavam 9 graus: nada mau, comparado com ontem...

Comecei com a mais que falada Catedral: nao era uma das prioridades, já que, pelas fotografias vistas, nao me parecia que valesse demasiado a pena, mas como tambem ainda nao tinha ido para aquelas zonas... Só que quando dobrei a esquina e me deparei com aquele enorme templo saiu-me expontaneamente e em voz alta um: "É pá! caramba!"





"Aquilo" metia mesmo respeito! O interior, sóbrio, igualmente grandioso




e ainda um órgao verdadeiramente espectacular (pena que o organista que tocava na altura nao fosse grande "espingarda"... )





Depois, e por puro acaso, dou por mim num jardim com uma exposicao de esculturas de Einar Jónsson ( 1874 - 1954)



("Vrend" [Proteccao], 1912-34)





("Leikslok" [O fim], 1906-1938)




Depois continuei pela zona, e sempre o mesmo tipo de construcao, quase infantil






ou muito caracteristico desta zona






Uma passagem pelo, nao muito interessante, edificio da Camara Municipal





Um espreitar por uma igreja onde, por acaso, estava a decorrer um servico religioso





O Museu Nacional de Arte (proibido fotografar as exposicoes...)










E a continuacao de um tempo excelente, que me fez voltar a andar apenas de t-shirt...






Num parque umas bandeiras amarelas, ao longe, chamaram-me a atencao






Nem mais nem menos que uma Galeria de Arte Contemporanea com duas exposicoes: uma sobre "design" islandês




outra com obras do pintor Jóhannes S. Kjarval (1885 - 1972) com algumas obras bastante interessantes

Entretanto comecou a fazer-se tarde. Depois do jantar, pouco depois das 9 o céu estava assim:

Boa noite!

sábado, agosto 25, 2007

Reykjavík - 2

Pois é: estou em Reykjavík... uma palavra que desde os meus tempos de juventude me suscitava um qualquer mistério e curiosidade. E cá estou.

Saí do hotel num dia que se apresentava bastante frio (o termómetro frente ao hotel indicava 8 graus) e de céu bastante carregado.


(casa onde Reagan e Gorbatchev se encontraram em 1986 a fim de porem termo à guerra fria)

Às 10 horas o céu já abrira, e a temperatura subira para os 12 - um tempo que me comeca a ser agradavel.


("Sólfar" [Viajante do sol], 1971, de Jón Gunnar Árnason - dedicado aos vikings)

Tinha resolvido atravessar a cidade (fácil, já que se trata de uma cidade relativamente pequena).
Mas, e mais uma vez, o que se pode ser feito em menos de meia-hora, demorei praticamente a manha a faze-lo...








Chegado ao outro extremo da cidade, reparo, ao longe, em algo de estranho: à primeira vista pareceria um edificio tombado; intrigado, meto-me a caminho... e vou descobrindo do que se trata



a igreja da península de Seltjarnarnes







(Lembro, a propósito, a igreja de Sankt Canisius, descoberta, igualmente por acaso, em Berlim há dois anos... )

Logo ao lado, no alto de uma colina, uma escultura curiosissima

("Trúarbrögdin", 1956, de Ásmundur Sveisson)

Depois vou regressando ao centro, e novamente aquele tipo de habitacoes tao caracteristicas


outras com um toque de verde, mais pessoal


No centro da cidade as esplanadas cheias; afinal, estao agora, 16 graus...


Já perto do hotel, numa zona de construcoes recentes, nao deixo de reparar na cor que esta gente poe nos edificios, mesmo pelos meios mais simples


Vai-se tornando escuro e vou jantar.


Reykjavík - 1

Partida de Oslo de manha


admirei-me quando, depois de sobrevoarmos o oceano, o comandante avisa que estamos a aproximar-nos da Islandia, e que do lado direito se poderiam ver os glaciares... Glaciares??????? em Agosto? mas lá estavam eles...





E à saída do aviao lá senti um fresquinho próprio de quem está no norte. O aeroporto fica a 45 minutos da cidade, e deu para ver um pouco da paisagem de origem vulcanica da ilha


e também um céu muito nublado...

Arrumadas as coisas no hotel, saí para uma primeira exploracao... estava friozito, vesti (pela primeira vez neste agosto) uma camisola das duas touxera.

A cidade parece de "brincar"- as casas parecem tiradas dos desenhos que as criancas pintam na escola primaria: todos os elementos muito certos, tudo muito direitinho, os telhados inclinados...





e depois muitas cores








O frio apertava (afinal estavam 10 graus! - soube depois) voltei ao hotel a buscar o anorak que trouxera.



Ainda bem que o fiz já que à saída do restaurante chovia a bom chover.
 

Powered by Blogger * * * * * Web Blog Pinging Service * * * * * * * * * * * * * * * Blog Flux Directory